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7 melhores alternativas ao Make (Integromat) em 2026

Atualizado em 2026-07-31 · por Redação Automação Hoje
Profissional comparando alternativas ao Make (Integromat) para automação no notebook
Resposta rápida: As melhores alternativas ao Make em 2026 são n8n (open source, self-host grátis), Zapier (mais integrações prontas), Activepieces (10 fluxos gratuitos), Pipedream (code-first), Windmill, Latenode e Power Automate. A escolha depende de três coisas: se você quer fugir da cobrança por operação, se prefere hospedar você mesmo e se precisa de agentes de IA embutidos.
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O Make é ótimo até a conta chegar. O modelo de cobrança por operação (agora chamado de crédito) é justo quando você roda pouco, mas escala rápido demais quando a automação começa a rodar de verdade — cada passo de cada cenário consome um crédito, e no fim do mês o número surpreende.

Por isso tanta gente procura para onde migrar. Reunimos sete alternativas testadas pela comunidade em 2026, com o que cada uma faz de melhor, onde ela peca e uma faixa de preço aproximada. Câmbio e planos mudam, então trate os valores como referência, não como cotação fechada.

  1. n8n

    A alternativa mais citada. É open source, roda na sua própria VPS de graça e não cobra por operação — você paga só o servidor, rode 100 ou 100 mil execuções. Tem mais de 400 integrações e virou referência para montar agentes de IA sem código.

    Prós
    • Self-hosted gratuito e ilimitado em execuções
    • Cada nó aceita JavaScript ou Python quando o visual não basta
    • Forte em agentes de IA e LangChain nativo
    Contras
    • Self-host exige um pouco de mão na infraestrutura (VPS, Docker)
    • A versão Cloud, gerenciada, parte de cerca de R$125/mês no plano inicial
  2. Zapier

    O veterano do no-code. Não é o mais barato nem o mais flexível, mas conecta mais aplicativos prontos do que qualquer concorrente — são milhares de integrações. Se o seu problema é ligar dois SaaS populares em cinco minutos, o Zapier resolve sem dor.

    Prós
    • Maior catálogo de integrações prontas do mercado
    • Curva de aprendizado suave, ideal para quem não é técnico
    • Plano gratuito para testar com 100 tarefas por mês
    Contras
    • Cobra por tarefa e fica caro rápido (plano pago parte de ~US$29,99/mês)
    • Gratuito trava em Zaps de dois passos, sem lógica avançada
  3. Activepieces

    A queridinha open source de quem quer sair do Make sem virar administrador de servidor. O plano gratuito na nuvem libera 10 fluxos ativos com execuções ilimitadas, e você ainda pode self-hostar de graça. Traz servidor MCP embutido para conectar agentes de IA.

    Prós
    • 10 fluxos ativos grátis com runs ilimitados na nuvem
    • Open source e self-hostável sem custo de licença
    • Recursos completos liberados no plano free, sem paywall escondido
    Contras
    • Catálogo de integrações menor que Make e Zapier
    • Comunidade e conteúdo em português ainda enxutos
  4. Pipedream

    A escolha de quem programa. O Pipedream mistura blocos visuais com código Node.js, Python, Go e Bash no mesmo fluxo. A cobrança é por tempo de computação: 1 crédito equivale a 30 segundos rodando com 256MB de memória, o que favorece automações rápidas.

    Prós
    • Code-first de verdade, sem esconder o código de você
    • Cobrança por compute costuma sair barata em fluxos leves
    • Free tier com 100 créditos e três workflows ativos
    Contras
    • Pouco amigável para quem não sabe programar
    • Planos pagos partem de cerca de US$29/mês no Basic
  5. Windmill

    Uma alternativa open source focada em times técnicos que preferem escrever a arrastar. Transforma scripts em fluxos e apps internos, roda na sua infraestrutura e entrega performance alta. É menos plug-and-play e mais canivete suíço de engenharia.

    Prós
    • Open source, self-hostável e voltado a controle total
    • Ótimo para transformar scripts em workflows e painéis internos
    • Desempenho forte em cargas pesadas
    Contras
    • Abordagem code-first afasta quem quer só arrastar blocos
    • Menos integrações nativas prontas que o Make
  6. Latenode

    Low-code com IA embutida e um modelo de preço diferente: você paga por tempo de execução, medido em segundos, no esquema pay-as-you-go. Para quem tem volume irregular, evita pagar assinatura cheia num mês parado.

    Prós
    • Cobrança por segundo de execução, boa para volume variável
    • IA nativa e possibilidade de código quando precisar
    • Faixas de preço previsíveis por volume de runs
    Contras
    • Plataforma mais nova, com comunidade menor
    • Modelo por execução exige atenção para não escapar do orçamento
  7. Microsoft Power Automate

    A aposta de quem já vive dentro do ecossistema Microsoft. Integra nativamente com Office 365, Teams, SharePoint e Dynamics, e faz sentido quando a empresa já paga a licença Microsoft. Fora desse mundo, perde para os concorrentes em flexibilidade.

    Prós
    • Integração profunda com Office 365 e ferramentas Microsoft
    • RPA embutido para automatizar interfaces desktop
    • Pode já estar incluso na licença corporativa
    Contras
    • Interface e licenciamento confusos para quem vem de fora
    • Pouco atraente se você não usa o stack Microsoft

Comparativo rápido de preço e código aberto

Antes de migrar, olhe duas colunas: como a ferramenta cobra e se você pode hospedar por conta própria. É aí que a diferença de custo aparece no longo prazo.

FerramentaModelo de cobrançaOpen source / self-hostPlano grátis
n8nServidor fixo (self-host) ou execuções (Cloud)SimSelf-host ilimitado
ZapierPor tarefaNão100 tarefas/mês
ActivepiecesPor fluxo ativoSim10 fluxos ativos
PipedreamPor compute (créditos)Não100 créditos/mês
WindmillSelf-host / assinaturaSimSelf-host
LatenodePor segundo de execuçãoNãoRuns limitados grátis
Power AutomatePor usuário / fluxoNãoTrial

Qual escolher para cada caso

Se o motivo da troca é fugir da conta por operação e você tem um mínimo de traquejo técnico, o n8n self-hosted é o destino natural — paga o servidor e esquece o contador de execuções. Vale ler o comparativo entre n8n self-hosted e cloud antes de decidir onde rodar.

Quem não quer nem ver um terminal, mas ainda assim quer código aberto, fica bem no Activepieces na nuvem. Já quem precisa apenas de mais integrações prontas e não se importa de pagar por conveniência não erra com o Zapier. Para times de desenvolvimento, Pipedream e Windmill entregam o controle que o Make nunca deu.

Perguntas frequentes

Existe uma alternativa ao Make totalmente gratuita?
Sim. O n8n self-hosted é gratuito e ilimitado em execuções — você paga só a VPS. O Activepieces libera 10 fluxos ativos grátis na nuvem, e o Windmill também é open source. Todos evitam a cobrança por operação que faz o Make escalar de preço.
Vale a pena trocar o Make pelo n8n?
Vale quando o volume de automações é alto e previsível. No Make, cada operação consome crédito; no n8n self-hosted você paga só o servidor, rode 100 ou 100 mil execuções. Para quem roda pouco e não quer cuidar de infraestrutura, o Make gerenciado ainda compensa.
Qual alternativa ao Make é mais fácil para iniciantes?
O Zapier é o mais simples para quem nunca automatizou nada — interface guiada e milhares de integrações prontas. O Activepieces vem logo atrás, com visual limpo e plano gratuito generoso. Ferramentas como Pipedream e Windmill exigem noção de código.
Como o Make cobra, afinal?
O Make cobra por crédito, que na prática equivale a uma operação — cada vez que um módulo do seu cenário roda, conta um. Fora dos módulos de IA, uma operação é igual a um crédito. O plano gratuito dá 1.000 créditos por mês e só dois cenários ativos.

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